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EDP Distribuição é agora designada como E-REDES - Uma nova marca, a mesma energia em rede.

EDP Distribuição é agora designada como E-REDES - Uma nova marca, a mesma energia em rede.

29-NOV-2021

Desde janeiro de 2021 a empresa EDP Distribuição, entidade responsável por gerir a rede de distribuição de energia em Portugal Continental, passou a designar-se E-REDES – Distribuição de Eletricidade e atualmente encontra-se disponível o reporte de incidentes online através do link: https://balcaodigital.e-redes.pt/anomalies/public-light.Segundo a marca o objetivo dos mesmos é manter a missão anteriormente tida, garantindo assim o fornecimento de energia de eletricidade a todos os consumidores, com segurança, qualidade e a maior eficiência possível. Além disso, procuram também promover e desenvolver a rede de distribuição que suporta toda a transição energética realizada, assegurando assim que todos os seus serviços se encontram disponíveis aos agentes de mercado. Com a nova atualização a marca disponibiliza aos seus clientes a opção de reportar qualquer incidente online, facilitando assim todo o processo envolvente a estas situações. Fonte: " EDP Distribuição agora é E-REDES", disponível em: https://www.e-redes.pt/pt-pt/noticias/2021/01/29/edp-distribuicao-agora-e-e-redes

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Programa Vale Eficiência estende-se para 2022

Programa Vale Eficiência estende-se para 2022

07-OUT-2021

O Programa Vale Eficiência baseia-se num conjunto de medidas que procuram não só ir contra a pobreza energética, como reforçar a renovação de edifícios, levando a um maior "desempenho energético e ambiental dos mesmos, do conforto térmico e das condições de habitabilidade, saúde e bem-estar das famílias, contribuindo para a redução da fatura energética e da pegada ecológica". O programa foi criado em 2021, no entanto estender-se-á até 2022.O programa pretende entregar nesta primeira fase cerca de 20 000 "Vales Eficiência" a famílias consideradas vulneráveis, em território de Portugal Continental, no valor de 1.300 euros e com o objetivo das mesmas investirem esse dinheiro na melhoria do seu conforto térmico em casa.Além disso, este programa alinha-se a objetivos nacionais no que toca a matéria de energia e clima, tendo como foco atingir a neutralidade carbónica até 2050. Fonte: "Fundo Ambiental", disponível em: fundoambiental.pt/apoios-prr/vales-eficiencia.aspx

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Tem um cão, gato ou furão? É obrigatório pagar 2,5 euros para o registar

Tem um cão, gato ou furão? É obrigatório pagar 2,5 euros para o registar

10-OUT-2019

Com a criação do Sistema de Informação de Animais de Companhia passou a ser obrigatório um registo. Quem não cumprir arrisca pagar multas que podem ir desde os 50 aos 3740 euros. As novas regras aplicam-se apenas para animais que ainda não tenham microchip devidamente registado. As novas regras começam a ser aplicadas já no final de Outubro: os donos de cães, gatos ou furões são obrigados a registar os seus animais de estimação no Sistema de Informação de Animais de Companhia (SIAC), um registo que custa 2,5 euros — e esta taxa cobre apenas os anos de 2019 e 2020.Quem não cumprir a lei arrisca o pagamento de uma coima. De acordo com as regras, as multas mínimas são de 50 euros, enquanto as coimas máximas atingem os 3740 euros para as pessoas singulares e os 44.890 euros no caso das pessoas colectivas.A portaria que aprova a taxa aplicável pelo registo de animais de companhia no SIAC foi publicada esta quinta-feira, em Diário da República.De acordo com o texto que explica a portaria, o SIAC tem como objectivo “desenvolver normas de prevenção do abandono animal e de promoção da detenção responsável, englobando, entre outras obrigações, a identificação e o registo dos animais de companhia”.Este registo obrigatório vai conter a seguinte informação: a identificação do animal, a identificação do seu dono, e ainda a informação sanitária obrigatória (dados sobre as vacinas).A lei determina que o registo no SIAC é obrigatório para todos os animais nascidos em território nacional ou nele presentes por um período igual ou superior a 120 dias.Refere a portaria que se a DGAV passar a gestão do sistema a outra entidade, aquela nunca poderá cobrar mais de 2,5 euros pelo registo de um animal, valor que já inclui 15% da taxa SIAC, que é uma receita da Direcção-Geral.O SIAC foi criado por decreto-lei publicado em Junho e passou a determinar que, além dos cães, também os gatos e furões são obrigados a usar um microchip de identificação.Quem tiver outros bichos que figurem na lista de animais de companhia, como répteis, aves ou coelhos, entre outros, pode também registá-los, se assim o quiser, ou por razões de natureza sanitária.As informações registadas no SIAC são depois reproduzidas numa espécie de bilhete de identidade, que deve ser levado em todas as deslocações.Dono paga ao veterinárioSegundo o bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários, Jorge Cid, estas regras aplicam-se apenas aos novos registos. Ou seja, os donos cujos animais já tenham um microchip devidamente registado não têm de pagar esta taxa de 2,50 euros. O pagamento da taxa é feito ao veterinário, que é quem acede ao SIAC e paga esse valor de forma antecipada para aceder ao sistema e proceder aos registos. Os 2,50 euros são entregues na totalidade à DGAV. “A criação de um sistema único de registo foi algo que já defendíamos há muito”, disse o bastonário, sublinhando que a medida é muito positiva.A Ordem dos Médicos Veterinários defende o fim da taxa camarária que os proprietários têm de pagar pela licença dos animais de companhia. “Tudo indica que esta reivindicação será atendida. Agora, para já, temos a implementação do SIAC a partir de 28 de Outubro”, explicou.

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Sabia que pode receber 1.324 € todos os anos no complemento por dependência?

Sabia que pode receber 1.324 € todos os anos no complemento por dependência?

08-OUT-2019

Sabia que pode receber 1.324 € todos os anos no complemento por dependência? Há informações muito importantes para as pessoas e que podem beneficiar mais quem precisa.Se cuida de alguém que é dependente de terceiros tem direito ao complemento por dependência. Ou seja, tem direito a uma mensalidade. Estamos a falar de 94,64 € por mês vezes 14 meses. São 1.324,96 por ano. Isto em caso do grau de dependência ser do segundo grau. Se for do primeiro grau, o valor duplica.Consideram-se os seguintes graus de dependência:1.º grau – pessoas sem autonomia para satisfazer as necessidades básicas da vida quotidiana (nãoconseguem fazer a sua higiene pessoal, alimentar-se ou deslocar-se sozinhos).2.º grau – pessoas, além da dependência de 1.º grau, se encontrem acamados ou com demência grave. Para requerer o complemento de dependência tens de te dirigir à Segurança Social, pedir o requerimento e o formulário Mod. SVI 7-DGSS. Este formulário é para ser preenchido pelo médico devidamente fundamentado relativamente à dependência do interessado.Depois tens de dar entrada desta documentação na Segurança Social e aguardar pela convocatória para a realização da junta médica. No dia da junta médica vais com o requerente e fazes-te acompanhar do processo clínico onde tens os vários relatórios médicos. Depois aguardas a comunicação da Segurança Social a dizer se o pedido foi ou não deferido.Vai demorar meses. Mas valerá a pena. Não podes fazer nada pela saúde dos teus, mas o dinheiro a que tens direito pode ajudá-los a suportar melhor a incapacidade.

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206 Mil Euros de apoio do Município Arcuense às juntas de Freguesia

206 Mil Euros de apoio do Município Arcuense às juntas de Freguesia

11-SET-2019

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez aprovou seis protocolos de colaboração, em mais de 206 mil euros com as Juntas de Freguesia de Álvora e Loureda; Arcos Salvador, Vilafonche e Parada; Grade e Carralcova; Cabreiro; Couto e Sistelo. Estes apoios serão canalizados para a realização de obras de beneficiação de caminhos, arranjos urbanísticos, limpeza e conservação da rede viária vicinal, entre outras ações.Desde o início do ano até ao presente, o Município arcuense já aprovou mais de 1,2 milhões de euros de apoio a todas as Juntas de Freguesia.Todo este investimento, realizado através de protocolos, soma com os outros investimentos realizados pela própria Câmara Municipal por todo o concelho e pelos investimentos realizados por cada uma das Juntas de Freguesia.Esta parceria entre a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia é essencial pois assegura um serviço público de proximidade e contribui para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida de todos arcuenses.

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